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10 Maneiras Sensatas e Efetivas de ensinar Matemática

Se bem escolhidos, no computador ou não, jogos podem ser excelentes meios educacionais...
Jogos do tipo tabuleiro.

  • Acredite ou não, estes brinquedos populares possuem uma grande capacidade, na maioria das vezes ignoradas por todos, de ensinar matemática às crianças.
  • Jogos básicos do tipo labirintos e explorações de subterrâneos e cavernas com tesouros escondidos, ensinam as crianças os conceitos de sequência e contagem.
  • Jogos mais complexos, tais como Banco Imobiliário, ensina uma matemática mais avançada, gerenciamento de dinheiro e valores.
  • Jogos como Jogo da velha, Damas e Xadrez, ensinam estratégia e lógica.

Jogos de Cartas.

  • Jogos básicos como Peixe ensinam às crianças pequenas, o reconhecimento dos números.
  • Jogos mais complexos como, Batalha, ajudam a construir as bases primárias e ensinam sequência, definição e uso de valores e estratégia.

Quebra-Cabeças.

  • Quebra-cabeças de figuras recortadas é uma excelente ferramenta para ensinar e desenvolver a habilidade matemática.
  • Os quebra-cabeças básicos ensinam raciocínio espacial, enquanto que outros mais elaborados, ensinam formas e tamanhos. As Crianças também usam habilidades como, sequência e ordenação para agrupar as peças do quebra-cabeças.

Blocos de Construção.

  • Não importa se as crianças estão usando blocos planos de papelão ou madeira, ou legos, construir estruturas coerentes e lógicas, exige matemática básica e habilidades de engenharia.
  • As crianças usam; tamanho, forma e sequência para dar vida e expressão as suas criações.
  • Através do método de tentativa e erro eles aprendem qual a melhor técnica a ser usada e qual a que funciona.  
Fonte: http://sitededicas.uol.com.br/art13_t1.htm

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Redes sociais e os novos paradigmas para educação

 Escola sem paredes, carteiras e conceitos pré-estabelecidos. Tudo interconectado numa rede de conhecimento sem limites.

Nas últimas décadas quase nada mudou no modelo de ensino. Um padrão que escolas e universidades obedecem sem maiores questionamentos: alunos, professores, salas de aula, disciplinas fechadas em áreas de conhecimento, evolução ano a ano, provas, hora do recreio, etc. 

Instituições particulares e governos, interessados em ampliar o acesso para atender o crescimento da população, pensam cartesianamente, construindo novas estruturas de tijolo e cimento. 

Sim, é preciso observar o crescimento exponencial do EAD (Ensino a Distância ou e-learning), nada além de video-aulas com chat. Com o EAD, as instituições de ensino estão conseguindo levar a monotonia da aula expositiva ao máximo. Também é preciso reconhecer o crescimento do uso de ferramentas digitais (videos, fóruns, websites, editores de texto, etc.) por alunos e professores um ganho de produtividade (ou reprodutibilidade), distribuição de informação e colaboração. 

Também está ocorrendo um crescente uso de novas tecnologias em salas de aula e algumas universidades norte-americanas já entregam iPads para os alunos no momento da matrícula. Em resumo, o que estamos fazendo é adaptar dentro do velho modelo de ensino às novas ferramentas e práticas do universo digital, algo sem expressão, originalidade ou inovação. 

A internet social e sua infinita conectividade está modificando o cenário de como os jovens adquirem conhecimento, indo mais longe, de como os jovens produzem, transformam e compartilham conhecimento.
A arquitetura da sala de aula, do silêncio disciplinar, não existe no universo digital onde a regra é interagir a todo instante. Tudo no virtual é espaço de aprendizagem, a infinita biblioteca de Babel de Jorge Luis Borges. Nesta biblioteca, as diferentes áreas do conhecimento espalham-se por diferentes espaços conectados por hiperlinks, pesquisas, inovação, blogs, tweets, scraps… 

Aprende-se os princípios da eletricidade construindo-se um robô com partes de um celular, assistindo-se a um vídeo sobre tempestades tropicais e conversando online com um especialista indiano, tudo ao mesmo tempo agora. Ao contrário do espaço organizado, regular, controlado e estruturado da escola, as redes sociais promovem o auto-aprendizado, a capacidade crítica, a discussão em grupo, a colaboração e a associatividade. 

Nas redes sociais, professores/mestres são aqueles capazes de apontar os caminhos dentro do universo virtual capazes de levar o aluno/aprendiz ao conhecimento. Nada de respostas prontas ou padronizadas. Aprender no virtual é uma jornada infinita, não um livro com um número exato de páginas. 

A combinação das ferramentas de comunicação digitais, as bases de informação e os relacionamentos das redes sociais transformam o ciberespaço na nova escola, sem paredes, sem carteiras, sem conceitos pré-estabelecidos. Tudo está interconectado numa rede de conhecimento sem limites. 

Por Ricardo Murer

Fonte:  http://webinsider.uol.com.br/2011/07/01/redes-sociais-e-os-novos-paradigmas-para-educacao/
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O que é Orkut?


Essa rede de relacionamento foi assim batizada em homenagem a seu criador, o turco Orkut Buyukkokten.


O Orkut  é o site de relacionamentos  mais conhecido e que mais cresceu nos últimos anos. Com a intenção de que seus usuários mantenham contato com seus amigos e tenha uma vida social ativa, o Orkut disponibiliza uma série de recursos interessantes para quem quer encontrar os amigos ou até mesmo procurar a sua cara-metade.

Ao se cadastrar no Orkut você preenche um questionário dividido em três categorias: social, profissional e pessoal. A partir deste questionário você pode montar o seu perfil (profile), que poderá ser visto por qualquer usuário (desde que você dê as permissões necessárias no painel de gerenciamento do site). Você poderá colocar uma foto principal (avatar) que aparecerá ao enviar uma mensagem para outros usuários ou qualquer outra ação que envolva seu perfil. Também é possível incluir fotos, vídeos e feeds ao seu perfil. Além destes recursos existem outros que só são executados por outras pessoas no seu perfil, como escrever um depoimento, enviar uma cantada, enviar mensagem particular, ignora-lo ou até mesmo denunciá-lo ao Orkut para que seu perfil seja investigado.

Quando se adiciona novos amigos é possível organizá-los em grupos, classificá-los como “legal”, “confiável” e “sexy” numa escala de 1 a 3 para cada amigo e até virar “fã” de algum deles. Pode-se também definir o nível de amizade em: “não conheço”, “conhecido”, “amigo”, “bom amigo” e “melhor amigo”. Na guia amigos também se pode enviar convites para seus amigos que ainda não tenham um perfil no orkut, individualmente ou em massa, mandando a mesma mensagem para vários e-mails e ainda baixar todos os seus contados em arquivo CVS.

Um dos recursos principais do Orkut é a criação e participação em comunidades. Comunidade no Orkut poderia ser definido como um espaço reservado para pessoas que se identifiquem com o título e propósito da comunidade. Em cada comunidade é possível adicionar eventos com data de acontecimento e informações, adicionar tópicos no fórum onde outros usuários poderam inserir posts neles, adicionar enquetes com gráficos de votação e também se pode enviar mensagens para todos os participantes da comunidade.

O Orkut está em constante atualização então é comum sempre que entrar ver um recurso novo, aumentando ainda mais as chances de quem quer encontrar uma pessoa legal ou só encontrar os amigos.



Fonte: http://www.infoescola.com/informatica/o-que-e-orkut/

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Amazônidas Bragantinos


Nada contra os valores e culturas de outras cidades; muito pelo contrário, se possível fosse, deveríamos conhecê-las todas.


No entanto, temos que primeiro conhecer, exaltar e gostar das coisas que a nossa portentosa Amazônia nos proporciona, especificamente, Bragança, localizado no Norte do Estado do Pará.


Devemos não só apreciar as variedades bragantinas, mas difundir as qualidades e valores de nossos alimentos, representados pelos inigualáveis frutos, peixes, mariscos, carnes, etc. Além disso, as nossas “especiarias” como o açaí, a bacaba, o tucumã, o bacuri, o cupuaçu, a pupunha, o piquiá, o coco “geladinho”, o caju e o agiru da nossa praia de Ajuruteua, a mandioca, esta nos oferecendo a substancial farinha (de diversos tipos subprodutos como o tucupi, a croeira e o povilho). E ainda, o tacacá, a mandicoeira e o pato no tucupi. 




Bragança é uma cidade festiva por natureza. No decorrer do ano temos varias comemorações marcantes, tanto para o povo da terra, como para os turistas.

No mês de fevereiro é o período de trocarmos de identidade e cairmos na folia sozinho ou nos blocos “Só vai quem quer e como pode, “Urubu cheiroso, etc.



Em julho podemos contemplar a beleza litorânea e os concursos das garotas mais lindas do lugar, sem deixar de tomar sol e banho na Praia de Ajuruteua.

 

Setembro é o mês da Semana da Pátria, onde todas as Escolas se mobilizam para os alunos participem dos Jogos Internos. Também as empresas, clubes, grupos não ficam de fora , pois se organizam para participar dos Jogos Externos.



 O mês de novembro é marcado pela fé. Tempo que fazemos e pagamos as nossas promessas no Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

  
Em dezembro vestimos a nossa roupa de marujo (a) para homenageamos o glorioso São Benedito e para dançarmos o retumbão, o xote, o chorado, etc.


Vamos reconhecer e valorizar a nossa beleza bragantinha, porque o mundo sempre esteve de “olho” na gente, e muitos dariam tudo para estar em nossos lugares.


video

Antonio Gomes
Baseado no texto de João Augusto de Oliveira “Somos Amazônidas”.
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Professor precisa ousar com redes sociais, diz especialista


 "Precisamos prestar atenção nos alunos, ver com qual ferramenta ou equipamento eles estão mais familiarizados e dar o primeiro passo"

 
Ao apresentar casos bem sucedidos e problemas gerados pelo mau uso de redes sociais, o autor do livro Socialnomics: Como as Mídias Sociais Transformam o Jeito que Vivemos e Fazemos Negócios (na tradução livre), o americano Erik Qualmn, disse nesta quinta-feira que é preciso ousar na educação e não restringir as aulas ao método tradicional que se resume a palestras, sem interatividade. O educador participou de um seminário sobre as redes sociais no Rio de Janeiro.

"Precisamos prestar atenção nos alunos, ver com qual ferramenta ou equipamento eles estão mais familiarizados e dar o primeiro passo", disse Qualmn no seminário Conecta, organizado pelo Sesi/Senai. Ele sugeriu, por exemplo, que escolas passem deveres de casa que possam ser apresentados pelo Youtube e substituam livros pelos ipads - aparelhos que reúnem computador, video game, tocador de música e vídeo e leitor de livro digital.

"Em muitos lugares, existe o debate sobre o uso, pelas crianças, de telefones celulares", disse sobre a disseminação dos smartphones, celulares conectados à internet. "As escolas precisam checar ao que é melhor para si. Na Universidade de Harvard, o ipad é permitido em algumas aulas. Outras aulas são dadas da mesma forma há cem anos", acrescentou Qualmn, que também é professor de MBS da Hult International Bussiness, nos Estados Unidos.

Em uma escola pública do município de Hortolândia (SP), Edson Nascimento, professor de educação física, deu o primeiro passo na adoção de novas tecnologias como instrumento pedagógico. Ele criou um blog para divulgar o conteúdo das aulas e conquistou alunos até de outras escolas. Nascimento diz que o principal desafio para difundir a tecnologia na escola é convencer os demais professores a aceitá-la como um recurso educativo.

"Isso não é uma coisa tranquila, não temos adesão de 100% dos professores. Pessoas entendem que se migrarem para a tecnologia não vão mais saber dar aula. Apegam-se ao giz e à lousa como se isso lhes desse controle da turma. Mas os alunos acabam prestando atenção em outras mil coisas", disse Nascimento, que dá aulas para uma escola de 500 alunos de ensino médio e fundamental.

O professor americano Qualmn acrescentou que o próprio uso da internet pode estimular debates sobre a veracidade de conteúdos disponíveis na rede, além de incentivar a produção de conhecimento de forma colaborativa, como o que está disponível no Wikipedia, uma espécie de enciclopédia online aberta, que aceita contribuições de qualquer usuário. 

Pedagoga de uma escola particular do Rio, que criou sua própria rede social, Patrícia Lins e Silva relatou que a ferramenta ofereceu "ganchos" para que a escola discutisse tópicos como o uso de "palavrões" e a superexposição de ídolos de adolescentes na rede.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5452338-EI8266,00.html
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História em quadrinhos


Ao falarmos sobre histórias em quadrinhos, lembramos daquelas fantásticas e divertidas trazidas pelos gibis, não é verdade?

Elas compõem o quadro dos chamados textos narrativos, onde a história se passa com diferentes tipos de personagens, ocorridas em determinado local, durante certo espaço de tempo.

Geralmente, o objetivo maior é o entretenimento com forma de divertir, causar o humor.

Mas podem também transmitir uma informação, uma alerta à população. Como é o caso das famosas campanhas comunitárias relacionadas a riscos de doenças, ao desperdício de água, aos problemas causados pelo trânsito, entre outros.

Elas possuem características específicas. Vamos conhecê-las?
 Mauricio de Sousa – o maior escritor de
histórias em quadrinhos do Brasil

 *O diálogo entre os personagens aparece através de balões, sendo que eles variam muito de formato, como por exemplo, linhas contínuas, interrompidas (fala sussurrada), ziguezagueadas (demonstrando um grito, um som de rádio ou televisão), ou em forma de nuvem (simbolizando o pensamento dos personagens).

* Os sinais de pontuação são variados, reforçando a voz dos personagens e indicando o modo como eles revelam seus sentimentos, como raiva, espanto, alegria, tristeza.

* Há também a presença das onomatopeias, causando certa animação à história, por meio de sons produzidos por pessoas (zzz, para o sono, rrr, para o rosnado de um cão, entre outros), e por ambientes (crash, para a batida de um caro ou buuum para representar uma explosão).

*São compostas por uma linguagem verbal e uma não verbal, fazendo uma associação entre imagens e palavras, procurando facilitar o entendimento do leitor.
 
Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Escola Kids

Fonte: http://escolakids.uol.com.br/historia-em-quadrinhos.htm

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Influências da história em quadrinhos na educação
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Gibis estimulam a turma a tomar gosto pela leitura

Esse gênero literário colorido, ilustrado e cheio de recursos gráficos incentiva os pequenos de pré-escola a criar o hábito de ler

 


Foi-se o tempo em que os gibis eram proibidos na sala de aula e as crianças tinham de escondê-los sob a carteira. Os quadrinhos são uma excelente opção para incentivar a leitura em quem está entrando no mundo das letras. A começar pelos personagens, que, por si só, são atraentes para a garotada. "Eles despertam interesse por serem bem conhecidos", explica o psicólogo José Moysés Alves, da Universidade Federal do Pará.

"Afinal, estão presentes em brinquedos, jogos, roupas, embalagens, peças de teatro e desenhos na televisão. Sem contar que os protagonistas passam por situações parecidas com as de seus leitores: vão à escola e ao parque, têm pesadelos e medo de dentista. Isso promove a identidade e a familiaridade entre eles."
Mas o grande trunfo são os recursos gráficos. As imagens aparecem associadas a textos coloquiais e permitem que a criança antecipe o enredo e atribua sentido à história, mesmo sem saber ler. Para Beatriz Gouveia, coordenadora do programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, as onomatopéias, como "ploft" e "grrr", também são importantes para facilitar a compreesão de diversas situações e emoções.

O mesmo vale para os balões. Só de olhar é possível saber se um personagem está pensando, gritando ou conversando. "Com essas informações, fica fácil entender a trama", afirma Silvana Augusto, selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. Ela lembra que as publicações são baratas e acessíveis, o que permite a compra de vários exemplares da mesma edição para distribuir na sala. Com isso, as crianças podem acompanhar a leitura em voz alta pelo professor. 

Quadrinhos e fantoches  
Para explorar essas características, o professor Marcelo Campos, da EMEI Sonho de Criança, em Pompéia, no interior de São Paulo, criou o projeto Semeando o Prazer de Ler com as Histórias em Quadrinhos – vencedor do Prêmio Professores do Brasil (dado pelas fundações Orsa e Bunge, com o apoio do Ministério da Educação). Ele fez uma pesquisa e descobriu que 70% das crianças não vivenciavam situações de leitura em casa. Por isso, apostou nas histórias em quadrinhos para iniciar o trabalho com classes de crianças com 4 e 5 anos (veja no quadro ao lado uma seqüência didática para desenvolver um projeto nessa área).

Marcelo começou perguntando quais eram as histórias e os personagens mais conhecidos. Com esses dados, confeccionou fantoches dos mais populares e, nas encenações, falava um pouco das características físicas e psicológicas de cada um. Ao apresentar a Mônica, por exemplo, ele chamou a atenção para o fato de ela só usar roupas vermelhas e sempre se irritar com o Cebolinha. Foi a forma que ele encontrou de antecipar informações e facilitar a compreensão do enredo.


Como a escola não tinha as revistinhas, Marcelo mobilizou a comunidade para montar a gibiteca, espalhando cartazes pela vizinhança e pedindo ajuda aos pais. Em pouco tempo, cerca de 300 gibis já estavam catalogados na escola.


As crianças podiam levá-los para casa duas vezes por semana e tinham de devolver no dia combinado e cuidar do material. Isso permitiu que todas manuseassem as histórias, criando as noções de como se comporta um leitor de quadrinhos. Na etapa seguinte, Marcelo organizou uma leitura coletiva. Com a ajuda de um retroprojetor, ele reproduziu algumas histórias em transparências para a turma perceber detalhes da paisagem e dos personagens. No fim de cada projeção, Marcelo lia o texto na íntegra para todos entenderem a ordem seqüencial.

Compartilhar os gibis

Para encerrar o trabalho, o professor organizou uma verdadeira gibiteca itinerante. Uma carroceria de caminhão cedida pela prefeitura foi adaptada para transportar as crianças e o acervo e virou o Trenzinho da Leitura. Seu objetivo? Disseminar o prazer de ler. Uma vez por semana, a turma visita outras unidades educacionais do bairro para apresentar os personagens e falar sobre as histórias, formar rodas de leitura com crianças de todas as idades e emprestar as revistinhas. O saldo do projeto foi animador: todos se tornaram loucos por gibis, procurando- os espontaneamente. E tudo isso antes mesmo de estarem alfabetizados.

Adriana Toledo 

 

 
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