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Amazônidas Bragantinos


Nada contra os valores e culturas de outras cidades; muito pelo contrário, se possível fosse, deveríamos conhecê-las todas.


No entanto, temos que primeiro conhecer, exaltar e gostar das coisas que a nossa portentosa Amazônia nos proporciona, especificamente, Bragança, localizado no Norte do Estado do Pará.


Devemos não só apreciar as variedades bragantinas, mas difundir as qualidades e valores de nossos alimentos, representados pelos inigualáveis frutos, peixes, mariscos, carnes, etc. Além disso, as nossas “especiarias” como o açaí, a bacaba, o tucumã, o bacuri, o cupuaçu, a pupunha, o piquiá, o coco “geladinho”, o caju e o agiru da nossa praia de Ajuruteua, a mandioca, esta nos oferecendo a substancial farinha (de diversos tipos subprodutos como o tucupi, a croeira e o povilho). E ainda, o tacacá, a mandicoeira e o pato no tucupi. 




Bragança é uma cidade festiva por natureza. No decorrer do ano temos varias comemorações marcantes, tanto para o povo da terra, como para os turistas.

No mês de fevereiro é o período de trocarmos de identidade e cairmos na folia sozinho ou nos blocos “Só vai quem quer e como pode, “Urubu cheiroso, etc.



Em julho podemos contemplar a beleza litorânea e os concursos das garotas mais lindas do lugar, sem deixar de tomar sol e banho na Praia de Ajuruteua.

 

Setembro é o mês da Semana da Pátria, onde todas as Escolas se mobilizam para os alunos participem dos Jogos Internos. Também as empresas, clubes, grupos não ficam de fora , pois se organizam para participar dos Jogos Externos.



 O mês de novembro é marcado pela fé. Tempo que fazemos e pagamos as nossas promessas no Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

  
Em dezembro vestimos a nossa roupa de marujo (a) para homenageamos o glorioso São Benedito e para dançarmos o retumbão, o xote, o chorado, etc.


Vamos reconhecer e valorizar a nossa beleza bragantinha, porque o mundo sempre esteve de “olho” na gente, e muitos dariam tudo para estar em nossos lugares.


video

Antonio Gomes
Baseado no texto de João Augusto de Oliveira “Somos Amazônidas”.

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